Vale a pena ler com muita atenção esta carta do escritor João de Araújo Correia para se entender a dimensão cívica e ética da sua personalidade. Aos bombeiros da sua terra e a pensar na longevidade da sua benemérita instituição, fundada em 28 de Novembro de 1880, ele fez este grande louvor: "Comparo-a à vida de um árvore, que tenha escapado à fúria dos temporais para se prolongar como símbolo de eternidade."
Este é mais um "retrato" nítido e fiel de um homem do seu tempo que muito se preocupou e se envolveu nas questões de cidadania activa da sua terra.
José Alfredo Almeida

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